Meu filho é apaixonado por carros rebaixados e carros
antigos e passa o dia garimpando no Youtube e no Google as melhores imagens e
vídeos para alimentar a sua paixão. Muitas vezes quase me deixa louca...rsrs... De uns tempos pra cá está fascinado ainda mais por carros rebaixados e outro
dia ele começou a assistir um vídeo no Youtube e o refrão da música de fundo
dizia “Não é o carro que te faz o preferido”. A música é da banda Tribo da
Periferia e destaca a eterna guerra de classes, que no caso se relaciona com os
carros dos playboy's e dos rapazes da periferia. O fato é que esse refrão me fez
pensar em um contexto mais amplo.
O que te faz o preferido é como você chega ao coração das
pessoas, como você as toca em seu interior, como as olha com consideração e
respeito e como cria as melhores memórias com cada um que passa por sua vida.
É claro que muitas pessoas optam por “valorizar” aqueles que
possuem status, bens materiais e até fama. Valorizam o que o outro tem. Mas
isso é efêmero, passageiro. Que fique bem claro, uma coisa é admirar e se
inspirar em pessoas de sucesso e com histórias incríveis de superação. Outra é
valorizar o que ela tem, o status que ela carrega.
No momento em que uma pessoa passa por qualquer dificuldade,
ou perde talvez praticamente tudo, ela perde também uma quantidade
significativa de “amigos”. Claro que na minha humilde opinião, isso é uma
benção porque é na dificuldade que descobrimos a qualidade daqueles que estão
ao nosso lado. Só permanece quem é de verdade e isso é realmente maravilhoso.
O importante é ser e não ter. No entanto, não importa se
você escolhe estar ao lado de alguém simplesmente pelo status que ela tem ou
pelos bens materiais, ou ainda, se você prefere acreditar que o seu dinheiro,
sua fama, seu status é o que te faz preferido acima de qualquer outra coisa,
esteja em paz com essa escolha e com as consequências dela. Mas se você puder e quiser ser mais na vida de alguém, SEJA
e influencie positivamente as pessoas!
Toque as pessoas genuinamente e avance sempre!
Namastê,
Isa Vieira

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